Contexto e proposta de A Arte da Invisibilidade
"A Arte da Invisibilidade" saiu em 2011 pela Dracaena e recebeu indicação ao Prêmio Codex de Ouro na categoria Melhor Capa, reconhecimento que ajuda a explicar por que o projeto gráfico do livro é lembrado até hoje.
A imagem que estampa a capa, um homem de chapéu que se dissolve na paisagem urbana, resume o clima da obra e abre a série identificada como "volume 1" no próprio design. O romance integra a sequência de ficção longa que Allan Pitz publicou no início da década de 2010, ao lado de "A Morte do Cozinheiro" e "Estação Jugular – Uma Estrada para Van Gogh".
Para o autor, o título representa a fase em que a literatura passou a dividir espaço com os roteiros e a dublagem, atividades que trouxeram ritmo e diálogo para a sua escrita. O livro circulou em livrarias brasileiras e hoje é encontrado principalmente em sebos e acervos de colecionadores.
A obra interessa a leitores de ficção contemporânea e a quem acompanha o trabalho gráfico das editoras independentes brasileiras dos anos 2010. É também uma peça-chave para entender a evolução de Allan Pitz até os títulos publicados em Portugal.
O reconhecimento na categoria Melhor Capa é um detalhe curioso na bibliografia do autor, lembrado sobretudo pela escrita. O design do volume ajudou a apresentar o romance em livrarias e eventos literários e segue sendo um dos elementos mais comentados da edição.





