Contexto e proposta de Ladybird Sports
Ladybird Sports é o estúdio de entretenimento esportivo que Felipe Andreoli cofundou em outubro de 2026 ao lado da diretora Gabi Brites, em sociedade com a A300, braço do Grupo O2.
A proposta da empresa é criar, produzir e distribuir propriedades intelectuais — as chamadas IP — com parceiros que vão de marcas a atletas, canais de televisão e plataformas de streaming. O lema da casa, beyond the game, resume a ideia: contar histórias do esporte e histórias que atravessam o esporte, de documentários sobre grandes competições a séries de ficção e projetos de humor e variedades.
Entre os projetos já anunciados em desenvolvimento estão uma série de ficção sobre racismo no esporte, ligada a uma figura global, e um programa de humor e variedades em que o próprio Andreoli viaja pelo mundo ao lado de uma estrela internacional. O estúdio também planeja trabalhar com marcas na criação conjunta de conteúdo e negociações diretas com emissoras e serviços de streaming.
Com base no Brasil, a Ladybird Sports nasce global: tem representação em Los Angeles, comandada por Mari Quintanilha, à frente do mercado americano, e em Lisboa, com o produtor Victor Lemos. A head de novos negócios Julia Casali completa o time. A empresa olha para o calendário esportivo dos próximos anos — a Copa do Mundo feminina de 2027, as Olimpíadas de Los Angeles, em 2028, e a Copa masculina de 2030 — como janelas para histórias que vão além da partida.
Para Felipe, o projeto representa a passagem da frente das câmeras para o outro lado do mercado de entretenimento: além de seguir apresentando programas na Record, ele agora assina a criação e a produção de conteúdos esportivos com ambição internacional. O anúncio do estúdio foi destaque na imprensa especializada, que classificou a iniciativa como uma nova aposta no mercado de conteúdo esportivo brasileiro.





