Contexto e proposta de Tratado de Yôga
Tratado de Yôga é a obra mais robusta de DeRose e funciona como a referência técnica do trabalho que ele desenvolve desde 1960. O livro nasceu de um material iniciado em 1962, ainda em mimeógrafo, e só recebeu esse título em 2007, quando o conteúdo reunido justificou a proposta. A edição publicada pela Nobel tem mais de mil páginas e cerca de duas mil fotografias, com execução passo a passo de técnicas corporais, respiratórias e de concentração do chamado yôga antigo.
O livro atende a três públicos. Praticantes que já treinam e querem entender a origem dos exercícios encontram no tratado o histórico das técnicas. Instrutores em formação usam a obra como material de consulta para montar aulas e estudar a sequência das práticas. Pesquisadores e curiosos sobre a chegada do yôga ao Brasil encontram um retrato de época escrito por quem começou a lecionar em 1960, dois anos antes de iniciar o manuscrito.
Para acompanhar a trajetória de DeRose, o Tratado marca o ponto em que mais de quatro décadas de magistério foram organizadas em forma de tratado, com nomenclatura própria e método de ensino. A primeira edição saiu em 2007, no mesmo ano em que o autor deixou de se apresentar como professor de ioga. Em novembro de 2016, ganhou uma edição de luxo, com acabamento reforçado, voltada a colecionadores e alunos antigos.
O volume é vendido em capa dura e costuma ser procurado por quem quer uma obra de referência, e não um manual introdutório. Quem está começando encontra em títulos menores, do mesmo autor, uma porta de entrada mais leve para o universo do método.





