O que o romance propõe
A Batalha do Apocalipse parte de uma premissa que mistura escatologia e ficção de super-heróis: a queda dos anjos, a guerra no céu e o crepúsculo do mundo contados como uma saga de proporções bíblicas. A narrativa atravessa séculos de história, passa por civilizações antigas e reorganiza mitologias conhecidas em uma única linha de tempo.
É o livro que apresentou Eduardo Spohr ao grande público. Antes de chegar à Verus, em 2010, circulou em edição independente pelo site Jovem Nerd e vendeu mais de quatro mil exemplares sem apoio de editora. Quem procura o ponto de partida da obra do autor costuma começar por aqui.
Para quem é
Serve a leitores de fantasia que gostam de tramas amplas, com anjos, demônios e disputas cósmicas, e a quem se interessa por romances brasileiros do gênero. Não é uma leitura de horror nem de romance histórico: o clima é de épico, com batalhas, profecias e personagens que atravessam eras.
- Quer o romance que tornou Spohr conhecido
- Gosta de fantasia com mitologia religiosa
- Pretende seguir para a trilogia Filhos do Éden
- Prefere narrativa épica a histórias intimistas
Como se encaixa na obra do autor
A Batalha do Apocalipse é a base da chamada Tetralogia Angélica, completada pelos três volumes de Filhos do Éden. A edição em catálogo pela Verus mantém o texto que consagrou o autor e costuma ser vendida junto do box que reúne a série completa, além do formato digital para quem lê em Kindle ou aplicativo.





