Contexto e proposta de A Febre Amorosa
A Febre Amorosa leva o leitor à Campinas de 1889, às vésperas da epidemia de febre amarela que matou mais de um quarto da população da cidade. Eustáquio Gomes construiu o romance a partir de pesquisa histórica sobre a Campinas imperial e publicou a história primeiro como folhetim na imprensa local, antes de lançá-la em livro em 1984. A trama amorosa atravessa uma cidade em pânico, e o autor usa personagens históricos, ruas e monumentos reais como cenário.
O livro é considerado a obra mais difundida de Eustáquio. Ganhou segunda edição em 2001, foi adaptado para o teatro em 1996 e traduzido para o russo nos anos 2000. Na apresentação publicada no site Das Letras, o escritor Luiz Fernando Emediato o descreve como um pequeno clássico do underground.
Por que ler A Febre Amorosa
O romance interessa a quem gosta de ficção histórica brasileira e quer conhecer Campinas por dentro, sem guia turístico. Também dialoga com leitores de literatura que trabalha memória urbana, epidemia e vida cotidiana no fim do Império. A edição de 2001 é a mais acessível para quem procura o título em sebos e livrarias.





