Bang (estilizado como Bang!) é o terceiro álbum de estúdio de Anitta e o disco que cristalizou o pop de rádio da cantora no Brasil de meados da década de 2010. Lançado em 2015 pela Warner Music Brasil, o trabalho chegou depois de Anitta e Ritmo Perfeito e consolidou a artista como prioridade das playlists nacionais, com batidas dançantes, refrões grudentos e videoclipes pensados para YouTube e televisão.
O álbum gerou singles centrais da fase: Deixa Ele Sofrer, que ajudou Anitta a liderar o Spotify Brasil; a faixa-título Bang, depois incorporada ao game Just Dance 2017; além de Essa Mina é Louca e Cravo e Canela. A capa, assinada pelo designer Giovanni Bianco, virou imagem de época da artista — cabelo, maquiagem e pose pensados para maximizar impacto visual em vitrines digitais.
Para quem é este álbum
Bang! interessa a quem quer entender o pop brasileiro comercial da década de 2010 sem perder o traço funk e dança que já marcava Anitta. É o disco de quem prefere single de rádio, coreografia e clipe a experimentação experimental. Críticos da época apontaram ousadia relativa frente aos dois primeiros álbuns, mantendo o eixo de letras sobre relacionamento e empoderamento feminino.
Quem chega pela Anitta internacional de Envolver encontra em Bang! a base doméstica da carreira: português no centro, produção voltada ao mercado brasileiro e hits que ainda tocam em festas, carnavais de bloco e retrospectivas de streaming. O álbum foi certificado e vendeu centenas de milhares de cópias no Brasil, segundo relatos de imprensa da época, e permanece ponto de entrada obrigatório da discografia.
Como ouvir e o que esperar
A escuta linear revela um pop de duração compacta, com faixas pensadas para o single. Não é um disco conceitual de arco narrativo longo; é um pacote de rádio. Para contexto histórico, vale ouvir depois o ao vivo Meu Lugar e, em seguida, saltar para as colaborações de 2017–2019 que abriram o mercado latino. O catálogo oficial está disponível no Spotify e demais plataformas de streaming.




