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Foto de perfil de Anitta

Anitta

Nascimento: 1993 Rio de Janeiro, RJ
Cantora, compositora e empresária brasileira que levou o pop e o funk do Rio ao topo do Spotify Mundial e às grandes premiações internacionais.

Antes de virar referência global do pop latino, Anitta era Larissa de Macedo Machado, menina de Honório Gurgel que cantava no coral da igreja, dava aula de dança e estagiava em mineradora. O salto de bairro do subúrbio do Rio de Janeiro para o topo do Spotify Mundial não foi acidente de viralização: foi construção de carreira, de marca e de repertório, com o funk carioca como base e o pop internacional como horizonte.

Quem busca Anitta hoje costuma querer entender como uma artista brasileira atravessou barreiras de idioma, gravadora e mercado para disputar as mesmas paradas de reggaeton, pop e dance que moldam o streaming global. Este perfil reúne trajetória, obras e canais oficiais da cantora, compositora, atriz e empresária nascida em 30 de março de 1993.

Quem é Anitta e por que ela importa

Anitta é uma das vozes mais reconhecíveis da música brasileira contemporânea. Mistura funk carioca, pop, reggaeton e eletrônica em singles e álbuns que circulam em português, espanhol e inglês. A imprensa e o público frequentemente a associam ao apelido de “rainha do pop brasileiro”, rótulo que acompanha décadas de presença nas rádios, no YouTube e nas listas de streaming.

Ao longo da carreira, acumulou prêmios como MTV Europe Music Awards, Latin American Music Awards e MTV Video Music Awards, além de indicações ao Grammy Awards e ao Grammy Latino. Em 2022, a faixa Envolver a colocou no 1.º lugar do ranking global do Spotify — marco raro para uma artista latina-americana e inédito para uma mulher brasileira nessa posição.

Para quem acompanha cultura pop no Brasil, Anitta também funciona como termômetro de tendência: coreografias que viram meme, colaborações com artistas internacionais, presença em TV, cinema e documentário, e gestão ativa da própria imagem. O nome artístico, inspirado na minissérie Presença de Anita, foi moldado ainda no início da carreira com o produtor Batutinha e a gravadora Furacão 2000.

Origem no Rio e primeiros passos

Larissa nasceu no Rio de Janeiro e cresceu em Honório Gurgel. A mãe, Miriam Macedo, é artesã paraibana; o pai, Mauro Machado, vendedor mineiro. O irmão, Renan Machado, atua como produtor artístico. A infância combina coral católico, aulas de dança de salão e a ambição declarada de “ser artista” — narrativa que a própria Anitta e biografias públicas repetem com consistência.

Aos 16 anos concluiu o ensino médio técnico em administração no ISERJ/FAETEC e chegou a estagiar na Vale. A saída do emprego formal para apostar na música é um dos contrastes mais citados da trajetória: de escritório e loja de roupa a palco e videoclipe. Em 2009 já publicava vídeos no YouTube; em 2010 assinou com a Furacão 2000 após o produtor Renato Azevedo (Batutinha) vê-la cantar e dançar em stiletto.

Os primeiros singles regionais, como Eu Vou Ficar e o ciclo que leva a Meiga e Abusada, prepararam o terreno para o contrato com a Warner Music Brasil em 2013. A empresária Kamilla Fialho foi peça-chave na transição entre o selo independente e a grande gravadora, inclusive investindo no clipe que abriu portas nacionais.

Como a carreira ganhou escala nacional

O estouro mainstream veio com Show das Poderosas e o álbum de estreia Anitta (2013), indicado ao Grammy Latino. Em 2014 chegaram o segundo disco de estúdio Ritmo Perfeito e o ao vivo Meu Lugar. Em 2015, Bang! consolidou o pop de rádio com singles como Deixa Ele Sofrer, Bang e Essa Mina é Louca, e a artista venceu o MTV EMA Worldwide Act Latin America — primeira brasileira a levar o prêmio.

Entre 2016 e 2019, Anitta expandiu colaborações (Maluma, J Balvin, Major Lazer, Pabllo Vittar, Madonna) e projetos editoriais como o ciclo Checkmate, o EP Solo e o álbum audiovisual trilíngue Kisses. Participou da abertura dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016 ao lado de Caetano Veloso e Gilberto Gil, e estreou como apresentadora e jurada em programas de TV no Brasil e no México.

  • 2013–2015: consolidação no pop brasileiro e primeiros prêmios internacionais regionais.
  • 2017–2019: apostas em espanhol e inglês, reggaeton e funk de exportação.
  • 2020–2022: álbum Versions of Me, hit global Envolver e VMA.
  • 2023–2026: selo Floresta, Republic/Universal, Funk Generation e o ciclo EQUILIBRIVM.

Internacionalização, Envolver e o pop global

A virada que o público internacional mais associa a Anitta é o período de Versions of Me (2022). A faixa Envolver liderou o ranking global do Spotify e reforçou a tese de que o funk e o pop brasileiro podiam competir sem abrir mão da identidade carioca. No mesmo ciclo, a artista se tornou a primeira brasileira a vencer o MTV Video Music Award e amplificou presença em premiações norte-americanas, incluindo o American Music Awards e indicações ao Grammy.

Em 2023 deixou a Warner após uma década e passou a lançar pelo selo próprio Floresta em parceria com Republic Records e Universal Music Group. Funk Generation (2024) devolveu o funk ao centro da narrativa global e rendeu indicação ao Grammy de 2025 na categoria de melhor álbum pop latino. Em 2026, o projeto EQUILIBRIVM (com continuação EQUILIBRIVM II) marcou nova fase de álbum no catálogo oficial da artista no Spotify.

Quem compara Anitta a outros nomes da música urbana brasileira encontra, no próprio Emicida, um contraste útil: enquanto o rapper paulistano construiu autoridade pela palavra e pelo documentário cultural, Anitta apostou em performance, clipe, danceability e infraestrutura de carreira multilingue. Ambos, porém, ilustram como a música brasileira contemporânea ocupa espaço além da MPB clássica.

Empresária, canais e presença pública

Desde 2014 Anitta estrutura negócios sob a marca Rodamoinho e costuma destacar, em entrevistas, o gosto por marketing e gestão da própria imagem — herança que ela mesma liga ao curso técnico de administração. Mantém site oficial em anitta.com.br, perfil no Instagram, TikTok, Facebook e canal no YouTube, além de catálogo ativo no Spotify e nas principais plataformas de streaming.

A atuação pública não se limita a single e turnê. Há passagens por atuação, animação infantil (Clube da Anittinha), documentário na Netflix (Vai Anitta) e presença constante em capas, campanhas e eventos. Localmente, a biografia pública associa a artista ao Rio de Janeiro e, em fases recentes, também a Los Angeles como base de trabalho internacional.

Para o ouvinte que chega agora, o caminho prático é simples: começar por Show das Poderosas e Bang para o pop nacional de rádio; seguir para Vai Malandra, Downtown e as colaborações latinas; e fechar com Envolver, o álbum Funk Generation e o ciclo EQUILIBRIVM para entender a Anitta de escala global.

Obras e projetos que explicam a autoridade

O catálogo de Anitta inclui múltiplos álbuns de estúdio, EPs, singles e projetos ao vivo. No recorte deste perfil, quatro discos ajudam a mapear fases distintas: o pop de consolidação de Bang!, a aposta trilíngue e internacional de Versions of Me, o retorno programático ao funk em Funk Generation e a fase recente de EQUILIBRIVM. Cada um recebe página própria com contexto, público e links oficiais de escuta.

Fora da discografia, a artista permanece referência de performance, coreografia e presença digital — o que explica por que buscas por biografia, idade, discografia, Instagram e “quem é Anitta” continuam altas no Brasil e no exterior. O perfil público é o de uma figura que uniu favela, pop e mercado global sem diluir o sotaque carioca que a tornou inconfundível.

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Projetos de Anitta

Bang
Bang
Álbum de 2015 em que Anitta consolidou o pop de rádio no Brasil, com hits como Bang e Deixa Ele Sofrer.
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Versions of Me
Versions of Me
Álbum de 2022 da fase global de Anitta, com Envolver no topo do Spotify Mundial e repercussão internacional.
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Funk Generation
Funk Generation
Álbum de 2024 em que Anitta recoloca o funk no centro da carreira internacional, com indicação ao Grammy.
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EQUILIBRIVM
EQUILIBRIVM
Álbum de 2026 de Anitta na fase Floresta/Republic, com forte estreia nas plataformas de streaming.
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