Cavalo Selvagem é a obra-síntese da poesia de Eliakin Rufino. Publicada pela Editora Valer, a antologia reúne poemas representativos de diferentes momentos da trajetória do autor, organizados a partir dos títulos originais que ele deu a cada conjunto.
O que o livro reúne
A edição costura seções que circularam separadamente ao longo de décadas: Jogo rápido (haikais, 1987), Guerra na selva (1988), Escola de poesia (1990), Brincadeiras (1991), Colorindo (1992), Poeta de água doce (1993), Versão poética do ECA (1995), Asa de borboleta (1998) e O fazedor de versos (1999). O resultado é um panorama de quase duas décadas de escrita, com poemas curtos, jogos de linguagem e a concisão que se tornou a marca do autor.
Por que o poema virou símbolo
O poema que dá título ao livro é um tributo à liberdade: o cavalo selvagem não aceita cela nem dono, e a imagem serve como manifesto de um estilo de vida libertário. É um dos textos mais lembrados de Eliakin e ajuda a explicar por que a obra dele atravessou o circuito regional e passou a circular em feiras, bienais e projetos de leitura pelo país.
Para quem é Cavalo Selvagem
O livro serve tanto a quem está começando a ler o autor quanto a quem quer ter em mãos uma seleção dos principais poemas. A segunda edição, lançada pela Valer, retomou o título depois de anos fora de catálogo e voltou a colocar a antologia nas livrarias.
Se a intenção é conhecer a poesia de Eliakin Rufino, Cavalo Selvagem é a porta de entrada mais direta: reúne o haikai, o poema infantil, a sátira e a poesia de temática amazônica em um único volume.




