Fundo Soberano explica uma das iniciativas mais citadas dos governos de Renato Casagrande: a criação de um fundo estatal capixaba para gerir parte das receitas do petróleo e do gás como poupança de longo prazo, e não como dinheiro de gasto imediato. Nono título da Coleção Espírito Santo, o livro narra como o estado organizou seu planejamento fiscal para depender cada vez menos da exploração do combustível.
A obra apresenta a lógica que sustenta o fundo: disciplina fiscal para manter capacidade de investimento, proteção contra a volatilidade do preço internacional do petróleo e uma visão intergeracional, em que os recursos de hoje também pertencem às próximas gerações. É a estratégia capixaba para transformar uma riqueza finita em desenvolvimento contínuo — com foco em inovação, infraestrutura e diversificação da economia.
Como o fundo funciona
O Fundo Soberano virou tema central do debate econômico no Espírito Santo, presente em análises de imprensa e em discussões na Assembleia Legislativa sobre investimentos, governança e o uso dos recursos. O livro funciona como uma defesa documentada desse desenho institucional: explica o arcabouço que separa a poupança soberana do caixa do governo do dia a dia e mostra como o estado se preparou para um futuro sem dependência do petróleo.
A leitura interessa a economistas, gestores públicos, investidores institucionais, estudantes e cidadãos que acompanham o destino dos royalties no Brasil. A obra é um estudo de caso de planejamento fiscal de longo prazo em um país que, em geral, trata recursos naturais como receita corrente. O acesso é gratuito, em PDF, pela página oficial da coleção.





