Contexto e proposta de Instituto Poatan
O Instituto Poatan nasceu da mesma periferia que formou Alex “Poatan” Pereira: o Batistini, em São Bernardo do Campo (SP). Em vez de transformar o cinturão em vitrine distante, o projeto social coloca esporte, inglês e informática no chão da quebrada — de graça — para crianças e adolescentes em vulnerabilidade.
Criado pelo lutador multicampeão de kickboxing e ex-campeão de duas divisões no UFC, o instituto se apresenta com missão clara de inclusão e desenvolvimento integral. A proposta pública une artes marciais (kickboxing e jiu-jitsu), aulas de língua inglesa e formação em informática, com rotina de acolhimento e valores ligados a disciplina, foco e oportunidade. Em depoimentos e entrevistas, Pereira citou centenas de jovens matriculados e a ideia de devolver o que a luta ofereceu a ele.
Para famílias e apoiadores, o endereço oficial de informação e doação é o site do instituto. Lá estão os eixos de atuação, campanhas, notícias e o convite “quero apoiar”. O conteúdo institucional descreve o projeto como espaço que oferece mais do que treino: rotina, convívio e alternativas à rua. A inauguração oficial, coberta pela imprensa e pelo próprio canal do atleta, marcou a consolidação do braço social da marca Poatan em 2025, com continuidade de ações em 2026 — inclusive menção ao Prêmio Comunitário Forrest Griffin do UFC.
- Artes marciais: kickboxing e jiu-jitsu com foco em disciplina e formação esportiva.
- Inglês: aulas de idioma ligadas à condição de participação e ao futuro profissional.
- Informática: letramento digital para ampliar oportunidades além do tatame.
Quem busca o Instituto Poatan costuma querer saber se é projeto real, o que é oferecido e como apoiar. A resposta pública é direta: sede ligada ao bairro de origem do campeão, grade gratuita de esporte e educação, e canais oficiais para doação e acompanhamento. Não é curso pago de combate nem mentoria de performance; é iniciativa social com o nome e a presença de Alex Pereira como âncora de confiança e de mobilização.

