O Nubank é o banco digital cofundado por David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible em São Paulo, em 2013. Nasceu como resposta à burocracia e às tarifas do varejo bancário tradicional: um cartão de crédito no celular, sem anuidade, com app como canal principal — e não como apêndice de agência.
Para quem busca o produto a partir da trajetória de Vélez, o Nu é a obra central. A proposta pública sempre orbitou simplicidade, transparência de taxas e experiência mobile-first. Com o tempo, a oferta se expandiu para conta digital, crédito, seguros e outros serviços financeiros, saindo do Brasil para México e Colômbia.
O que o Nubank oferece na prática
No dia a dia, o app concentra cartão, conta, pagamentos e produtos de crédito sob a marca roxa que virou sinônimo de fintech no Brasil. A promessa não é “mais um banco com site”: é operar como empresa de tecnologia financeira, com onboarding digital e atendimento pensado para quem já resolve a vida no smartphone.
- Cartão e conta digital no aplicativo.
- Foco em experiência mobile e redução de fricção.
- Presença multi-país na América Latina.
- Holding listada (Nu Holdings) na Bolsa de Nova York desde 2021.
Para quem faz sentido
O Nubank atrai quem quer conta e cartão sem a rotina de agência, compara taxas e prefere resolver tudo pelo celular. Também interessa a quem estuda fintechs, bancos digitais e o caso de escala de um neobanco latino-americano. Não substitui, sozinho, todo o leque de um banco de investimento ou de crédito corporativo complexo — o recorte histórico é varejo digital de massa.
Papel de David Vélez no projeto
Vélez é o fundador que articulou a tese, reuniu os cofundadores e permanece como CEO e presidente do conselho. A história pública do Nu costuma partir da dor de abrir conta no Brasil e da aposta de que design, dados e produto digital poderiam competir com os grandes bancos. A listagem de 2021 na NYSE consolidou a empresa como um dos nomes mais visíveis do setor financeiro da região.
Como acessar
O caminho oficial de entrada é o site e o aplicativo do Nubank. Cadastro, análise de crédito e produtos disponíveis variam por país e por perfil do cliente. Para acompanhar a empresa sob a ótica de mercado de capitais, a referência pública é a holding Nu Holdings e os canais de relação com investidores da companhia.
Quem quer o contexto de produto sob o olhar de outra cofundadora encontra a página do Nubank vinculada a Cristina Junqueira; aqui o recorte privilegia a construção da fintech a partir da liderança de David Vélez.


