O Escultor da Morte é o quarto livro da série Robert Hunter. Saiu originalmente em 2012 como The Death Sculptor e ganhou edição em português pela TopSeller em 2017.
Uma estudante de enfermagem encontra o promotor Derek Nicholson assassinado na própria cama. O crime parece sem sentido: Nicholson estava doente terminal e tinha apenas algumas semanas de vida. O que desloca a investigação do detetive Robert Hunter é a marca deixada pelo assassino — uma assinatura que funciona como mensagem dirigida à polícia, num método que ele nunca viu antes. Quando um segundo corpo aparece com outra marca, sem vínculo aparente com o primeiro, as pistas reunidas até então perdem força.
O quebra-cabeça das mensagens
Diferente dos volumes anteriores, o crime aqui é construído como uma comunicação: o assassino deixa pistas visuais na cena e espera que a polícia as interprete. Hunter e Carlos Garcia precisam decifrar o que está sendo dito e, ao mesmo tempo, entender por que alguém escolheria uma vítima que já estava morrendo. A resposta está na relação entre os crimes, não em cada um isoladamente. Cada nova cena acrescenta uma peça sem entregar o desenho completo, e é essa montagem que sustenta o suspense até a resolução.
Por que ler na sequência
É o quarto volume da série e trabalha com personagens já estabelecidos, além de referências aos casos anteriores. Quem chega agora encontra um caso autônomo, mas aproveita mais acompanhando desde O Assassino do Crucifixo. Para leitores de thriller que gostam de investigações com enigmas e mensagens escondidas, é um dos títulos mais característicos da série. Publicado originalmente em 2012, o livro chegou ao português em 2017 e faz parte de uma série traduzida para cerca de 20 idiomas.





