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Ademir Assunção
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Zona Branca

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Livro de poesia de Ademir Assunção ambientado em um presídio de segurança máxima em outra dimensão do espaço-tempo, com tom distópico.

Publicado em 2001 pela Travessa dos Editores, Zona Branca parte de uma premissa de ficção distópica para construir um livro de poesia. O cenário é um presídio de segurança máxima para onde são enviados rebeldes, dissidentes e arruaceiros.

Um presídio que não parece presídio

Nada de grossas paredes, grades ou muralhas. A Zona Branca é uma área de deslocamento, em outra dimensão do espaço-tempo, onde os presos vivem isolamento absoluto, embora possam ver em detalhes tudo o que acontece no chamado mundo real. O sistema foi concebido por cientistas inescrupulosos financiados por grandes empresas transnacionais.

Sem que a segurança encontrasse explicação plausível, um jovem dissidente conseguiu escapar — e resolveu escrever um livro de poesia. É dessa premissa que nasce o fio narrativo do volume, que combina atmosfera sombria, crítica ao poder corporativo e reflexão sobre vigilância e confinamento.

O que compõe o livro

  • Livro de poesia publicado em 2001 pela Travessa dos Editores;
  • Premissa distópica: um presídio em outra dimensão do espaço-tempo;
  • Fio narrativo conduzido pela fuga de um jovem dissidente;
  • Crítica à vigilância, ao isolamento e ao poder de grandes empresas.

Entre a poesia e o romance

Zona Branca foi publicado depois de Cinemitologias (1998) e antes do romance Adorável Criatura Frankenstein (2003), em um período de intensa experimentação do autor. O livro ocupa uma posição curiosa na obra: é poesia que se lê como narrativa, com um cenário que poderia pertencer a um romance de ficção científica, mas construído verso a verso.

Para quem é este livro

Leitores que gostam de poesia com fio narrativo, ficção distópica e ficção científica encontram aqui um cruzamento pouco comum na literatura brasileira. Quem se interessa pela faceta de crítica social do autor reconhece o mesmo impulso de A Voz do Ventríloquo. Já quem prefere a sátira ao mundo da fama pode começar por Adorável Criatura Frankenstein.

Como comprar

A edição está disponível na Amazon. O livro funciona bem como leitura contínua, por causa do fio narrativo, mas também aceita visitas a poemas isolados.

Perguntas frequentes

Zona Branca é poesia ou ficção científica?

É um livro de poesia que utiliza uma premissa de ficção científica e distopia como cenário e motor narrativo.

Quem escreveu Zona Branca?

O poeta, prosador e jornalista brasileiro Ademir Assunção, com publicação em 2001.

Qual é o tema central?

Isolamento, vigilância e poder corporativo, a partir de um presídio em outra dimensão do espaço-tempo.

Página vinculada ao projeto

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