Contexto e proposta de 50 Pilotos: A Arte de se Iniciar uma Série
Todo mundo tem uma série favorita que não engatou no primeiro episódio — e outra que grudou em quinze minutos. A diferença está no piloto, o episódio que precisa apresentar personagens, tom, mundo e conflito antes de convencer alguém a assistir ao segundo. Em 50 Pilotos: A Arte de se Iniciar uma Série, Dagomir Marquezi analisa a criação de 50 episódios inaugurais, entre clássicos e fenômenos modernos.
Entre as atrações estão Friends, Game of Thrones, Will & Grace, Mad Men, Downton Abbey, Star Trek, Dexter, The Walking Dead, Dr. House e Lost, ao lado de outras 40 séries. Para cada uma, o livro descreve a premissa, a construção narrativa e o contexto que cercou a estreia.
O autor traz para o livro a experiência de quem escreveu para a televisão: Marquezi roteirizou novelas na Globo (Um Sonho a Mais) e na Manchete (Helena), além de séries e programas como TV Colosso, Milk-Shake e Memória Band. É a visão de um roteirista sobre o trabalho de outros roteiristas — o que se pode aprender com um primeiro episódio que funciona e com os que fracassam.
O volume interessa a quem escreve roteiro, estuda audiovisual ou simplesmente quer entender por que uma série vira vício. A obra teve continuação em +50 Pilotos, Volume 2, com outro lote de séries analisadas — sinal de que a análise de pilotos virou projeto de longo prazo.
A edição digital está disponível na Amazon, pelo link desta página.




