Contexto e proposta de Os Mortos-Vivos do Futebol
O futebol é feito de nomes que não envelhecem. Em Os Mortos-Vivos do Futebol, Dagomir Marquezi reúne biografias de craques que morreram, mas continuam presentes na conversa de bar, nos coros das arquibancadas e nos vídeos que atravessam gerações — de Leônidas da Silva a Dener, passando por Zizinho, Didi, Barbosa, Heleno de Freitas, Matt Busby e Mauro Ramos.
Cada capítulo reconstrói a trajetória de um personagem: de onde veio, o que jogou, o que conquistou, como foi lembrado. São histórias de gênios, ídolos de Copa do Mundo e também de dramas, contadas por quem acompanha o assunto de perto — Marquezi escreveu para a revista Placar antes de transformar o tema em livro.
A obra conversa com torcedores que gostam de história, colecionadores de memória esportiva e leitores de biografias. O futebol aparece aqui como patrimônio cultural: os personagens pertencem a clubes e seleções, mas também a uma época e a um jeito de narrar o esporte que o livro recupera com cuidado.
Quem se interessa pelo trabalho do autor em outras áreas encontra, nesta mesma estante, 50 Pilotos: A Arte de se Iniciar uma Série, Aventuras no Jornalismo Criativo e o romance policial Escada para o Paraíso.
A edição digital está disponível na Amazon, pelo link desta página.




