Foto ilustrativa do produtor Rubem Braga

Projeto relacionado a:

Rubem Braga
Imagem promocional do produto Ai de ti, Copacabana!

Ai de ti, Copacabana!

Livro
Ver página do projeto

Este link pode ser comercial e gerar comissão para o site, sem alterar o preço para o leitor. Compare informações, preço e disponibilidade antes de decidir.

Coletânea de 1960 em que Rubem Braga reúne crônicas do Rio — do padeiro da madrugada ao sermão que dá nome ao livro — no volume mais associado ao cronista.

Contexto e proposta de Ai de ti, Copacabana!

Ai de ti, Copacabana! é o livro que o leitor mais cita quando o nome de Rubem Braga vem à tona. Publicado em 1960 pela Editora do Autor — casa que o cronista abriu com Fernando Sabino e Walter Acosta —, reúne crônicas escritas entre abril de 1955 e março de 1960, selecionadas por ele mesmo. A crônica-título saiu antes na revista Manchete, em 1958, com abertura de sermão: “Ai de ti, Copacabana, porque eu já fiz o sinal bem claro de que é chegada a véspera de teu dia, e tu não viste.”

O volume não vive só desse texto. Estão ali peças que atravessaram décadas de antologia e de sala de aula: “História triste de tuim”, “Os trovões de antigamente”, “O padeiro”, “Quem sabe Deus está ouvindo”, “A minha glória literária”, “História de pescaria”. Um taxista português empolgado com um navio na orla, a vista dos Andes, a notícia da separação de um casal amigo: o livro trata o miúdo e o longe com a mesma atenção. Copacabana é palco, não mote único.

A edição atual, da Global Editora, chega à trigésima segunda reimpressão e mantém o recorte original. São 176 páginas de crônica carioca em estado de alerta — lírica sem açúcar, irônica sem palanque. Quem já leu a antologia larga das 200 crônicas escolhidas encontra aqui o Braga do bairro, do mar e da madrugada, concentrado num único período. Quem nunca leu o autor encontra o cartão de visita: o pão quente, o passarinho, o trovão, o bairro que o texto ao mesmo tempo celebra e repreende.

Não é guia turístico nem livro de memórias lineares. É o diário público de um homem que morava no Rio, escrevia para revista e jornal e recusava o espetáculo. A Copacabana de Braga tem vício e virtude, orla e intimidade, e o leitor de hoje ainda reconhece o tom — menos pelo endereço, mais pelo modo de olhar o que acontece na calçada. Para quem quer um volume curto, clássico e ainda fácil de achar em livraria, este continua sendo o começo mais citado.

A Global Editora mantém o título ao lado de O conde e o passarinho e das antologias de crônicas escolhidas. O caminho de compra mais direto, quando o item exato estiver disponível, é a página do livro na Amazon. Vale conferir se a capa e a ficha correspondem à edição da Global, para não levar outra coletânea com título parecido.

Página vinculada ao projeto

Para consultar a página vinculada a este projeto, acesse Ai de ti, Copacabana!.


O que você acha deste Projeto?

O projeto Ai de ti, Copacabana! entrega o que promete? Foi uma boa experiência de aprendizagem ou serviço? Mande o seu feedback franco.

Outros projetos do mesmo autor

Se você se interessou por Ai de ti, Copacabana!, talvez também queira conhecer outros projetos de Rubem Braga.

Ver perfil completo
200 crônicas escolhidas
200 crônicas escolhidas
Antologia de 528 páginas da Global Editora, organizada por André Seffrin, que reúne o arco da crônica de Rubem Braga para quem quer um volume único de entrada.
00%
00%
O conde e o passarinho
O conde e o passarinho
Livro de estreia de Rubem Braga (1936), com crônicas de Recife, Rio, São Paulo e Bahia, ainda em formação e já com o olhar que recusa o grandioso.
00%
00%