Contexto e proposta de Nunca Subestime uma Mulherzinha
Antes de escrever para crianças, Fernanda Takai estreou na literatura por um caminho menos óbvio: as colunas que mantinha em jornais. Nunca Subestime uma Mulherzinha, lançado pela Panda Books em 2007, reúne contos e crônicas publicados no Correio Braziliense e no Estado de Minas, com prefácio da cantora Zélia Duncan.
O que o livro propõe
O título já entrega o tom. O livro parte da figura da "mulherzinha" — expressão que a autora retoma com ironia — para falar de cotidiano, relações, família e das pequenas contradições que atravessam a vida de qualquer pessoa. São textos confessionais e bem-humorados, escritos por quem já estava acostumada a se apresentar diante de plateias, mas aqui em registro íntimo, de conversa.
O que esperar dos textos
- Crônicas curtas, de leitura rápida, nascidas de situações banais do dia a dia;
- Contos com humor e observação afetiva de gente comum;
- Textos em que a autora se revela como mulher, filha, amiga e mãe;
- O prefácio de Zélia Duncan, amiga e parceira musical, como porta de entrada.
Por que este livro importa na trajetória da autora
É aqui que a escrita de Fernanda Takai deixa de ser apenas uma extensão das letras de música e ganha voz própria. A experiência de jornal — textos que iam para a página impressa e recebiam resposta de leitores — moldou a autora que, anos depois, assinaria livros infantis premiados. Quem conhece a cantora encontra neste volume a mesma irreverência que aparece nos palcos, agora em forma de prosa.
Para quem é este livro
Para leitores de crônicas brasileiras, para fãs da música de Fernanda Takai e do Pato Fu e para quem gosta de textos leves, de humor sutil, que cabem em uma viagem de ônibus ou em uma noite antes de dormir.





