O Programa Casa Paulista reúne a política habitacional do governo de São Paulo para famílias de baixa renda e tem como horizonte atacar um déficit estimado em cerca de 1,16 milhão de moradias no estado. Lançado em 2023, é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o braço histórico do estado na construção e no financiamento de casas populares.
O problema que o programa ataca
O déficit habitacional paulista reúne famílias que moram em condições precárias, pagam aluguel acima do que podem sustentar ou vivem em áreas de risco. O Casa Paulista organiza a resposta estadual a esse quadro, combinando a produção de novas unidades com a requalificação de prédios antigos — as parcerias público-privadas de retrofit no centro da capital, por exemplo, passaram a integrar a política habitacional do estado. A execução acontece em articulação com prefeituras e com o setor privado.
Como o estado entrega
Na prática, as unidades saem por meio de convênios com municípios, obras da CDHU e parcerias com a iniciativa privada. Um registro público do programa é a entrega de unidades habitacionais em São Bernardo do Campo, em maio de 2024, documentada pelos canais oficiais do governo estadual. O modelo dá previsibilidade a famílias que esperam anos por uma moradia e a municípios que precisam de contrapartida estadual para tirar projetos do papel.
Quem pode acessar e onde buscar informação
As regras de renda, os documentos exigidos e os canais de inscrição variam conforme a frente do programa e são divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, pela CDHU e pelas prefeituras parceiras. A página oficial do Casa Paulista reúne as informações do programa e o acompanhamento das iniciativas. Para quem procura moradia, o caminho é acompanhar os editais e os canais oficiais do estado e do município onde pretende se inscrever.
Por que o programa importa
O Casa Paulista é o principal instrumento de moradia da gestão Tarcísio de Freitas e concentra a resposta do estado a um problema que atravessa décadas de políticas públicas em São Paulo. O ritmo de entregas, o alcance das parcerias e a articulação com os municípios são os indicadores que devem definir os resultados do programa no segundo mandato do governador.





