Clebynho, o babalorixá aprendiz é a aventura infantojuvenil com que Leandro Müller abriu uma série ambientada em uma escola de magia e candomblé. Publicado pela Editora Pallas em 2010, o livro acompanha um menino da periferia carioca que, ao lado dos amigos, precisa salvar um pássaro sagrado e enfrentar a entidade Exu Penhauer.
Um olhar brasileiro sobre a escola de magia
Em vez de importar a fantasia de outros países, a história mergulha no folclore brasileiro e nas religiões de origem africana. É uma forma de apresentar a crianças e adolescentes personagens, termos e narrativas ligados ao candomblé e à cultura popular, tratados com naturalidade dentro da ficção.
Por que a série funciona
A linguagem acessível, o humor e o ritmo de aventura aproximam o livro de leitores que estão começando a ler histórias mais longas. Professores e bibliotecários costumam usar a obra para conversas sobre diversidade religiosa e cultura afro-brasileira.
Continuidade
A série ganhou sequência em Clebynho e o nó górdio, de 2015, em que o vilão retorna e os protagonistas buscam apoio em criaturas do folclore. Quem gosta do primeiro volume encontra no segundo uma ampliação do mesmo universo, com mais personagens e novos desafios.





