Este é o perfil biográfico de Leilah Assumpção dentro da Coleção Aplauso, série dedicada a personalidades da cultura brasileira publicada pela Imprensa Oficial. Assinado por Eliana Pace e lançado em 2007, o livro tem 146 páginas e acompanha a trajetória da dramaturga desde a formação na Universidade de São Paulo até o trabalho na televisão.
O que o livro cobre
A obra trata das peças que fizeram a reputação da autora, do processo de criação e da passagem dela pela teledramaturgia. O texto lembra que, além do teatro, Leilah se destacou como autora de televisão, com a primeira novela na TV Record, Venha Ver o Sol na Estrada, e depois com minisséries e casos especiais na TV Globo.
O processo de criação, segundo a autora
Um dos pontos altos do perfil é a discussão sobre como as peças nascem. Leilah descreve o trabalho como um impulso, uma emoção que parece querer transbordar, e explica que suas personagens são o instrumento que ela usa para tratar de temas como a conquista da liberdade sexual e os conflitos sociais. A vitalidade de sua obra, segundo o livro, está na composição de figuras femininas densas em busca de autoconhecimento e autoexpressão.
O que é a Coleção Aplauso
A Coleção Aplauso reúne volumes sobre artistas, diretores, atores e autores que marcaram a cultura brasileira, com foco no teatro, no cinema e na televisão. Cada número funciona como um perfil documentado, com depoimentos e informações de trajetória, o que faz da série uma referência para quem pesquisa essas áreas.
Para quem é indicado
O livro interessa a estudantes de teatro e de comunicação, a pesquisadores da dramaturgia brasileira, a professores que trabalham com arte e cultura no Brasil e a colecionadores da série. É também o volume mais direto para quem quer entender, em poucas páginas, como a autora construiu sua carreira entre o palco e a televisão.
Como se lê junto com a obra da autora
O perfil cobre a trajetória que as peças e os livros de Leilah expressam em primeira mão. Lido depois de Onze Peças de Leilah Assumpção e antes de Memórias Sinceras, cumpre a função de mapa: apresenta o caminho, aponta os momentos de virada e deixa o leitor pronto para atravessar os textos da dramaturga com mais contexto.




