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Espumas Flutuantes
Espumas Flutuantes
Único livro publicado em vida por Castro Alves, em 1870, com a face lírica, cívica e amorosa do poeta condoreiro.
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Os Escravos
Os Escravos
Ciclo póstumo de 1883 em que Castro Alves reúne a poesia antiescravista, incluindo O Navio Negreiro e Vozes d’África.
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O Navio Negreiro e outros poemas
O Navio Negreiro e outros poemas
Edição da Antofágica que reúne o poema mais buscado de Castro Alves com seleção abolicionista, ilustração e textos de apoio.
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As Primaveras
As Primaveras
Único livro de poemas que Casimiro de Abreu publicou em vida, com Meus oito anos, A valsa e Amor e Medo.
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O manto da noite
O manto da noite
Romance de 2022 em que a Cordilheira dos Andes ganha voz e uma protagonista cruza o continente em busca de raízes, tempo circular e identidade.
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Com armas sonolentas
Com armas sonolentas
Romance de formação de 2018 sobre três mulheres ligadas por exílio, abandono, língua e a busca torta de um caminho de volta para casa.
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Flores azuis
Flores azuis
Romance de 2008 em que um homem recém-separado abre cartas de amor destinadas ao morador anterior e vê a própria vida desabar.
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Paisagem com dromedário
Paisagem com dromedário
Romance de 2010 em 22 gravações: uma artista plástica, autoexilada numa ilha, tenta entender o amado, a amiga morta e a própria identidade.
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Cartas 1933-1976
Cartas 1933-1976
Correspondência selecionada nos arquivos da UnB, Casa de Rui Barbosa e Biblioteca Nacional: família, livros e política em tom privado.
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A missão da imprensa
A missão da imprensa
Conferência de 1949 sobre o ofício do jornal: o texto em que Lacerda define a imprensa no limiar da Tribuna da Imprensa.
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Depoimento
Depoimento
Reminiscências ditadas e publicadas em 1978: Vargas, UDN, 1964 e cassação na voz do próprio Carlos Lacerda.
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A Casa do Meu Avô
A Casa do Meu Avô
Memória da fazenda do avô, publicada em 1977: o Lacerda da infância fluminense, longe do palanque e perto da casa que o formou.
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O ato e o fato
O ato e o fato
Coletânea das crônicas de 1964 em que Cony escreveu o golpe militar no calor da hora, no Correio da Manhã.
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Pilatos
Pilatos
Romance de 1974 que o próprio Cony escolheu como favorito: sátira grotesca do Rio sob a ditadura, depois da qual ele largou a ficção.
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Quase memória
Quase memória
Quase romance de 1995 em que Cony revisita o pai, o Rio antigo e a fronteira entre ficção e lembrança, obra que marcou sua volta à narrativa.
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Pessach — a travessia
Pessach — a travessia
Romance de 1967 em que um escritor de quarenta anos se vê puxado, no Brasil do golpe, para o dilema da luta armada.
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Rosa do Povo
Rosa do Povo
Livro de 1945, o mais político de Drummond: 55 poemas da Segunda Guerra, do Estado Novo e da tensão entre comunicar e calar.
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Claro enigma
Claro enigma
Livro de 1951 em que Drummond afasta o grito dos anos 1940 e escreve a poesia meditativa de A máquina do mundo.
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Alguma poesia
Alguma poesia
Livro de estreia de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1930, com a ironia do gauche e o verso livre do modernismo mineiro.
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Sentimento do mundo
Sentimento do mundo
Livro de 1940 em que Drummond leva a grande cidade, a alienação e a matéria social para o centro da poesia.
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Triângulo das águas
Triângulo das águas
Três novelas de Caio Fernando Abreu que lhe valeram o primeiro Jabuti, em 1984, sob o signo da água.
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Limite branco
Limite branco
Romance de estreia de Caio Fernando Abreu, escrito aos dezenove anos, sobre o umbral entre adolescência e vida adulta.
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Onde andará Dulce Veiga?
Onde andará Dulce Veiga?
Último romance de Caio Fernando Abreu: um jornalista procura uma cantora desaparecida na São Paulo noturna.
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Morangos mofados
Morangos mofados
Coletânea de 1982 com dezoito contos de Caio Fernando Abreu sobre cidade, desejo e o fim da ditadura.
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História do Brasil
História do Brasil
Volume didático da Edusp em que Boris Fausto percorre mais de cinco séculos da formação brasileira, da colonização aos regimes autoritários do século XX.
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A Revolução de 1930
A Revolução de 1930
Clássico de Boris Fausto sobre o fim da Primeira República: historiografia, classes, oligarquias e o Estado que emergiu depois de 1930.
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Crime e cotidiano
Crime e cotidiano
Estudo de Boris Fausto sobre a criminalidade em São Paulo entre 1880 e 1924, entre imigração, controle social e a cidade que virava metrópole.
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O crime do restaurante chinês
O crime do restaurante chinês
Ensaio de Boris Fausto sobre o quádruplo homicídio de 1938 em São Paulo, entre carnaval, futebol, imigração e a justiça da era Vargas.
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O Garimpeiro
O Garimpeiro
O Garimpeiro, romance de 1872 de Bernardo Guimarães, segue Elias no interior de Minas em busca de fortuna para casar com Lúcia.
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