O bem-amadoFarsa do prefeito Odorico Paraguaçu, que precisa de um morto para inaugurar o cemitério de Sucupira. Peça que virou a primeira novela em cores do Brasil. 00% 00%
O santo inquéritoPeça sobre Branca Dias, cristã-nova que salva um padre e vira herege. Inquisição, boa-fé e o abuso de quem interpreta a virtude como ameaça. 00% 00%
O pagador de promessasPeça de 1959 sobre Zé do Burro, a cruz e a igreja fechada. Clássico do teatro brasileiro que virou filme com Palma de Ouro em Cannes. 00% 00%
O que é Comunicação PoéticaEnsaio curto em que Pignatari trata o poema como comunicação mais próxima da música e das artes visuais do que da prosa. 00% 00%
ContracomunicaçãoEnsaios de 1971 em que Pignatari pensa a mídia, a literatura e a arte contra a mensagem já embalada. 00% 00%
Poesia pois é poesiaReunião da obra poética de Décio Pignatari, de Carrossel aos inéditos tardios, na edição de 2025 da Companhia das Letras. 00% 00%
Informação Linguagem ComunicaçãoEnsaio que introduziu os registros semiótico e informacional nos estudos brasileiros de comunicação. 00% 00%
O Povo BrasileiroEnsaio de 1995 em que Darcy Ribeiro interpreta o Brasil como povo-novo e discute a formação, as classes e o sentido do país. 00% 00%
MaíraRomance de 1976, escrito no exílio, sobre um indígena dividido entre a missão cristã e a aldeia de origem. 00% 00%
O Processo CivilizatórioEnsaio de 1968 que arma a teoria darcyniana das revoluções tecnológicas e dos processos civilizatórios. 00% 00%
Mãos de CavaloRomance de Daniel Galera que acompanha o mesmo homem na infância, na adolescência e na vida adulta, entre tombo, futebol e montanha. 00% 00%
O deus das avencasTrês novelas de Daniel Galera que vão das eleições de 2018 à ficção científica e ao pós-apocalipse, sobre intimidade e colapso. 00% 00%
Meia-noite e vinteRomance de Daniel Galera sobre três amigos que se reencontram em Porto Alegre, entre a internet dos anos 1990 e a crise dos anos 2010. 00% 00%
Barba ensopada de sangueRomance de Daniel Galera em que um professor busca em Garopaba a verdade sobre o assassinato do avô, entre família, isolamento e mito. 00% 00%
Educação Sentimental do VampiroAntologia de 2025 organizada por Caetano W. Galindo e Felipe Hirsch, com contos de várias fases de Dalton Trevisan para novos e velhos leitores. 00% 00%
A PolaquinhaÚnico romance de Dalton Trevisan, publicado em 1985, narrado por uma jovem de origem polonesa em Curitiba, entre desejo, culpa e ascensão social. 00% 00%
Cemitério de ElefantesColetânea de 1964 em que Dalton Trevisan expõe solidão, doença e desamparo urbano em contos curtos ambientados na vida comum de Curitiba. 00% 00%
O Vampiro de CuritibaColetânea de 1965 que consolidou Dalton Trevisan e deu origem ao apelido Vampiro de Curitiba, com Nelsinho percorrendo a cidade em busca de aventuras. 00% 00%
MissalPoemas em prosa de 1893 em que Cruz e Sousa experimenta o missal laico, à maneira de Baudelaire, ao lado de Broquéis. 00% 00%
FaróisLivro póstumo de 1900, fase da doença e da pobreza, com Música da Morte e Litania dos pobres. 00% 00%
Últimos SonetosColetânea póstuma de 1905 reunida por Nestor Vítor, com a voz final de Cruz e Sousa em sonetos como Cárcere das almas. 00% 00%
BroquéisLivro de versos de 1893 com que Cruz e Sousa inaugurou o simbolismo brasileiro, feito de sonetos de forma justa, sinestesia e tensão. 00% 00%
Criatividade e dependênciaEnsaio de 1978 em que Furtado liga desenvolvimento à criatividade cultural, além da mera acumulação de capital. 00% 00%
Obra autobiográficaTrilogia memorialística de Celso Furtado — Cepal, Sudene, golpe e exílio — reunida em um volume da Companhia das Letras. 00% 00%
A economia latino-americanaSíntese histórica da economia da América Latina, em edição comemorativa da Companhia das Letras com aparato crítico. 00% 00%
O mito do desenvolvimento econômicoEnsaio de 1974 em que Furtado trata o desenvolvimento copiado do centro como mito, agora na edição Explosante da Ubu. 00% 00%
Formação econômica do BrasilClássico de 1959 em que Celso Furtado relê a história econômica do Brasil do açúcar à indústria, escrito em Cambridge. 00% 00%
Romanceiro da InconfidênciaPoema longo de 1953 em que Cecília Meireles recria a Inconfidência Mineira em romanceiro, misturando pesquisa histórica, lenda e verso popular. 00% 00%
Ou Isto ou AquiloClássico infantil de 1964 em que Cecília Meireles brinca com rima, escolha e impossibilidade, ainda lido em casa e na escola. 00% 00%
ViagemLivro de 1939 que consolidou Cecília Meireles na poesia brasileira e recebeu o Prêmio Olavo Bilac da Academia Brasileira de Letras. 00% 00%