Criatividade e dependênciaEnsaio de 1978 em que Furtado liga desenvolvimento à criatividade cultural, além da mera acumulação de capital. 0— 0—
Obra autobiográficaTrilogia memorialística de Celso Furtado — Cepal, Sudene, golpe e exílio — reunida em um volume da Companhia das Letras. 0— 0—
A economia latino-americanaSíntese histórica da economia da América Latina, em edição comemorativa da Companhia das Letras com aparato crítico. 0— 0—
O mito do desenvolvimento econômicoEnsaio de 1974 em que Furtado trata o desenvolvimento copiado do centro como mito, agora na edição Explosante da Ubu. 0— 0—
Formação econômica do BrasilClássico de 1959 em que Celso Furtado relê a história econômica do Brasil do açúcar à indústria, escrito em Cambridge. 0— 0—
Romanceiro da InconfidênciaPoema longo de 1953 em que Cecília Meireles recria a Inconfidência Mineira em romanceiro, misturando pesquisa histórica, lenda e verso popular. 0— 0—
Ou Isto ou AquiloClássico infantil de 1964 em que Cecília Meireles brinca com rima, escolha e impossibilidade, ainda lido em casa e na escola. 0— 0—
ViagemLivro de 1939 que consolidou Cecília Meireles na poesia brasileira e recebeu o Prêmio Olavo Bilac da Academia Brasileira de Letras. 0— 0—
Espumas FlutuantesÚnico livro publicado em vida por Castro Alves, em 1870, com a face lírica, cívica e amorosa do poeta condoreiro. 0— 0—
Os EscravosCiclo póstumo de 1883 em que Castro Alves reúne a poesia antiescravista, incluindo O Navio Negreiro e Vozes d’África. 0— 0—
O Navio Negreiro e outros poemasEdição da Antofágica que reúne o poema mais buscado de Castro Alves com seleção abolicionista, ilustração e textos de apoio. 0— 0—
Melhores poemas de Casimiro de AbreuAntologia de Casimiro de Abreu com seleção e prefácio de Rubem Braga, recorte menor que o livro de 1859. 0— 0—
As PrimaverasÚnico livro de poemas que Casimiro de Abreu publicou em vida, com Meus oito anos, A valsa e Amor e Medo. 0— 0—
O manto da noiteRomance de 2022 em que a Cordilheira dos Andes ganha voz e uma protagonista cruza o continente em busca de raízes, tempo circular e identidade. 0— 0—
Com armas sonolentasRomance de formação de 2018 sobre três mulheres ligadas por exílio, abandono, língua e a busca torta de um caminho de volta para casa. 0— 0—
Flores azuisRomance de 2008 em que um homem recém-separado abre cartas de amor destinadas ao morador anterior e vê a própria vida desabar. 0— 0—
Paisagem com dromedárioRomance de 2010 em 22 gravações: uma artista plástica, autoexilada numa ilha, tenta entender o amado, a amiga morta e a própria identidade. 0— 0—
Cartas 1933-1976Correspondência selecionada nos arquivos da UnB, Casa de Rui Barbosa e Biblioteca Nacional: família, livros e política em tom privado. 0— 0—
A missão da imprensaConferência de 1949 sobre o ofício do jornal: o texto em que Lacerda define a imprensa no limiar da Tribuna da Imprensa. 0— 0—
DepoimentoReminiscências ditadas e publicadas em 1978: Vargas, UDN, 1964 e cassação na voz do próprio Carlos Lacerda. 0— 0—
A Casa do Meu AvôMemória da fazenda do avô, publicada em 1977: o Lacerda da infância fluminense, longe do palanque e perto da casa que o formou. 0— 0—
O ato e o fatoColetânea das crônicas de 1964 em que Cony escreveu o golpe militar no calor da hora, no Correio da Manhã. 0— 0—
PilatosRomance de 1974 que o próprio Cony escolheu como favorito: sátira grotesca do Rio sob a ditadura, depois da qual ele largou a ficção. 0— 0—
Quase memóriaQuase romance de 1995 em que Cony revisita o pai, o Rio antigo e a fronteira entre ficção e lembrança, obra que marcou sua volta à narrativa. 0— 0—
Pessach — a travessiaRomance de 1967 em que um escritor de quarenta anos se vê puxado, no Brasil do golpe, para o dilema da luta armada. 0— 0—
Rosa do PovoLivro de 1945, o mais político de Drummond: 55 poemas da Segunda Guerra, do Estado Novo e da tensão entre comunicar e calar. 0— 0—
Claro enigmaLivro de 1951 em que Drummond afasta o grito dos anos 1940 e escreve a poesia meditativa de A máquina do mundo. 0— 0—
Alguma poesiaLivro de estreia de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1930, com a ironia do gauche e o verso livre do modernismo mineiro. 0— 0—
Sentimento do mundoLivro de 1940 em que Drummond leva a grande cidade, a alienação e a matéria social para o centro da poesia. 0— 0—
Triângulo das águasTrês novelas de Caio Fernando Abreu que lhe valeram o primeiro Jabuti, em 1984, sob o signo da água. 0— 0—