ClarissaPrimeiro romance de Érico Veríssimo, de 1933: uma adolescente do interior numa pensão de Porto Alegre, início do ciclo urbano do autor. 0— 0—
Incidente em AntaresSátira de 1971 em que sete mortos insepultos denunciam Antares durante uma greve de coveiros, em plena ditadura militar. 0— 0—
O tempo e o vento — parte I: O continenteAbertura da saga O tempo e o vento: Ana Terra, o capitão Rodrigo e a formação da família Terra-Cambará no Rio Grande do Sul. 0— 0—
Olhai os lírios do campoPrimeiro grande sucesso de Érico Veríssimo: romance de 1938 sobre o médico Eugênio Pontes, o casamento por interesse e o preço da ascensão. 0— 0—
A ditadura acabadaQuinto e último volume da Coleção Ditadura: Figueiredo, anistia, Riocentro, Diretas Já e o epílogo das 500 vidas que sobreviveram ao regime. 0— 0—
A ditadura escancaradaSegundo volume da Coleção Ditadura: o AI-5, a tortura de Estado, a guerrilha do Araguaia e o momento em que o regime militar deixa de disfarçar. 0— 0—
A ditadura envergonhadaPrimeiro volume da Coleção Ditadura: o golpe de 1964, Castello Branco, o SNI e o caminho até o AI-5, quando o regime ainda recusava o próprio nome. 0— 0—
Apenas um subversivoAutobiografia de Dias Gomes: Bahia, rádio, teatro, Janete Clair, Globo e a censura. O título nasceu do xingamento que tentou defini-lo. 0— 0—
O bem-amadoFarsa do prefeito Odorico Paraguaçu, que precisa de um morto para inaugurar o cemitério de Sucupira. Peça que virou a primeira novela em cores do Brasil. 0— 0—
O santo inquéritoPeça sobre Branca Dias, cristã-nova que salva um padre e vira herege. Inquisição, boa-fé e o abuso de quem interpreta a virtude como ameaça. 0— 0—
O pagador de promessasPeça de 1959 sobre Zé do Burro, a cruz e a igreja fechada. Clássico do teatro brasileiro que virou filme com Palma de Ouro em Cannes. 0— 0—
O que é Comunicação PoéticaEnsaio curto em que Pignatari trata o poema como comunicação mais próxima da música e das artes visuais do que da prosa. 0— 0—
ContracomunicaçãoEnsaios de 1971 em que Pignatari pensa a mídia, a literatura e a arte contra a mensagem já embalada. 0— 0—
Poesia pois é poesiaReunião da obra poética de Décio Pignatari, de Carrossel aos inéditos tardios, na edição de 2025 da Companhia das Letras. 0— 0—
Informação Linguagem ComunicaçãoEnsaio que introduziu os registros semiótico e informacional nos estudos brasileiros de comunicação. 0— 0—
O Povo BrasileiroEnsaio de 1995 em que Darcy Ribeiro interpreta o Brasil como povo-novo e discute a formação, as classes e o sentido do país. 0— 0—
MaíraRomance de 1976, escrito no exílio, sobre um indígena dividido entre a missão cristã e a aldeia de origem. 0— 0—
O Processo CivilizatórioEnsaio de 1968 que arma a teoria darcyniana das revoluções tecnológicas e dos processos civilizatórios. 0— 0—
Mãos de CavaloRomance de Daniel Galera que acompanha o mesmo homem na infância, na adolescência e na vida adulta, entre tombo, futebol e montanha. 0— 0—
O deus das avencasTrês novelas de Daniel Galera que vão das eleições de 2018 à ficção científica e ao pós-apocalipse, sobre intimidade e colapso. 0— 0—
Meia-noite e vinteRomance de Daniel Galera sobre três amigos que se reencontram em Porto Alegre, entre a internet dos anos 1990 e a crise dos anos 2010. 0— 0—
Barba ensopada de sangueRomance de Daniel Galera em que um professor busca em Garopaba a verdade sobre o assassinato do avô, entre família, isolamento e mito. 0— 0—
Educação Sentimental do VampiroAntologia de 2025 organizada por Caetano W. Galindo e Felipe Hirsch, com contos de várias fases de Dalton Trevisan para novos e velhos leitores. 0— 0—
A PolaquinhaÚnico romance de Dalton Trevisan, publicado em 1985, narrado por uma jovem de origem polonesa em Curitiba, entre desejo, culpa e ascensão social. 0— 0—
Cemitério de ElefantesColetânea de 1964 em que Dalton Trevisan expõe solidão, doença e desamparo urbano em contos curtos ambientados na vida comum de Curitiba. 0— 0—
O Vampiro de CuritibaColetânea de 1965 que consolidou Dalton Trevisan e deu origem ao apelido Vampiro de Curitiba, com Nelsinho percorrendo a cidade em busca de aventuras. 0— 0—
MissalPoemas em prosa de 1893 em que Cruz e Sousa experimenta o missal laico, à maneira de Baudelaire, ao lado de Broquéis. 0— 0—
FaróisLivro póstumo de 1900, fase da doença e da pobreza, com Música da Morte e Litania dos pobres. 0— 0—
Últimos SonetosColetânea póstuma de 1905 reunida por Nestor Vítor, com a voz final de Cruz e Sousa em sonetos como Cárcere das almas. 0— 0—
BroquéisLivro de versos de 1893 com que Cruz e Sousa inaugurou o simbolismo brasileiro, feito de sonetos de forma justa, sinestesia e tensão. 0— 0—