Tempo esquisitoColetânea da Boitempo com artigos de Maria Rita Kehl escritos em grande parte na quarentena da covid-19. 0— 0—
Deslocamentos do femininoLivro nascido da tese de doutorado de Maria Rita Kehl sobre a mulher freudiana, Flaubert e a feminilidade moderna. 0— 0—
RessentimentoEnsaio da Boitempo em que Maria Rita Kehl descreve o ressentimento na clínica, na filosofia, na literatura e na política. 0— 0—
Adeus PirandelloRomance que fecha a trilogia do Rio com a visita de Luigi Pirandello à capital em 1927. 0— 0—
Poesia mundi: novos poemas reunidosReunião revisada da poesia de Marco Lucchesi, com três livros inéditos, publicada pela Record em 2025. 0— 0—
O Dom do CrimeRomance que abre a trilogia do Rio de Janeiro, encostando um crime passional do século XIX na sombra de Dom Casmurro. 0— 0—
O bibliotecário do imperadorRomance sobre Ignácio Raposo, bibliotecário de dom Pedro II, no Rio da Proclamação da República. 0— 0—
Amazônia IndígenaEnsaio de Márcio Souza sobre povos indígenas da Amazônia, colonização e debate ambiental. Record, 2015. 0— 0—
História da AmazôniaEnsaio de Márcio Souza sobre a Amazônia do período pré-colombiano ao século XXI. Record, 392 páginas. 0— 0—
Mad MariaRomance de Márcio Souza sobre a ferrovia Madeira-Mamoré. De 1980; minissérie da TV Globo em 2003. Edição Record. 0— 0—
Galvez - Imperador do AcreRomance de estreia de Márcio Souza: folhetim satírico sobre Luiz Galvez e o ciclo da borracha no Acre. Record, 1976. 0— 0—
Angu de SangueLivro de contos de 2000, pela Ateliê Editorial, que tirou Freire da autoedição e abriu caminho até o Jabuti. 0— 0—
Contos NegreirosColetânea de 16 contos da Record que levou o Jabuti em 2006, com falas da margem brasileira em prosa oral e irônica. 0— 0—
Nossos ossosPrimeiro romance de Marcelino Freire: um dramaturgo leva o corpo de um garoto de programa de São Paulo a Pernambuco. 0— 0—
EscalavraSegundo romance de Freire, pelo selo Amarcord: um pai, um filho e o silêncio entre eles, em prosa que ele chama de megalítica. 0— 0—
A cinza das horasLivro de estreia de Manuel Bandeira, publicado em 1917, com poemas do sanatório, da família e do verso ainda medido. 0— 0—
Estrela da Vida InteiraReunião da poesia completa de Manuel Bandeira, publicada em 1966, da estreia de 1917 aos livros da maturidade. 0— 0—
LibertinagemLivro de 1930 em que Manuel Bandeira solta o verso falado, com Poética, Pneumotórax, Evocação do Recife e Vou-me embora pra Pasárgada. 0— 0—
Ciranda de PedraRomance de 1954 em que Virgínia observa a família paulista rachar entre loucura, traição e morte. 0— 0—
Antes do Baile VerdeColetânea de contos de 1970, o volume em que a crítica costuma ver o auge de Lygia no gênero. 0— 0—
As MeninasRomance de 1973 sobre três universitárias num pensionato paulista no auge da ditadura militar. 0— 0—
Retratos de CarolinaPrimeiro livro da editora Casa Lygia Bojunga (2002): Carolina da infância à vida adulta, misturando ficção e o ofício de escrever. 0— 0—
O Meu Amigo PintorNarrativa de 1987 sobre um menino que tenta entender o suicídio de um pintor adulto amigo. Leitura obrigatória da UERJ em 2024. 0— 0—
Corda BambaLivro de 1979 em que uma menina usa a imaginação — e uma corda bamba — para enfrentar a morte dos pais. Um dos pontos altos da autora. 0— 0—
Os ColegasEstreia literária de Lygia Bojunga (1972): cinco animais humanizados formam uma amizade e abrem a carreira que depois levaria o Hans Christian Andersen. 0— 0—
A Bolsa AmarelaRomance de 1976 em que Raquel esconde três vontades numa bolsa velha: crescer, ser menino e escrever. O livro mais lido de Lygia Bojunga. 0— 0—
O Tigre na SombraRomance de Lya Luft (2012) premiado pela ABL, narrado em torno de Dôda, uma menina que atravessa família, espelhos e um tigre na sombra. 0— 0—
Pensar é TransgredirLivro de 2004 em que Lya Luft reúne crônicas e reflexões sobre escolha, cotidiano, infância e o custo de pensar por conta própria. 0— 0—
As Coisas HumanasÚltimo livro de Lya Luft publicado em vida (2020), prosa poética sobre infância, família, luto, trabalho e o que ainda resta de alegria. 0— 0—
As ParceirasRomance de estreia de Lya Luft (1980) sobre Anelise e as mulheres de um casarão marcado por loucura, morte e desagregação familiar. 0— 0—