Jornalista e escritor mineiro, imortal da ABL, cronista da Folha e autor de Boca do inferno e O braço direito; um dos quatro mineiros da literatura brasileira.
José Oswald de Sousa de Andrade (1890–1954) foi poeta, romancista e dramaturgo paulistano, articulador da Semana de 1922 e autor do Manifesto Antropófago.
Dramaturgo, jornalista e cronista nascido no Recife, autor de Vestido de noiva e das tragédias cariocas que redefiniram o palco brasileiro no século XX.
Murilo Mendes foi poeta, prosador e crítico de artes plásticas de Juiz de Fora. Uniu surrealismo e catolicismo no modernismo brasileiro e viveu longos anos em Roma.
Escritor e editor de Taubaté, criador do Sítio do Picapau Amarelo e de Jeca Tatu. Fez o livro brasileiro circular no país e foi preso na campanha pelo petróleo.
Jurista e filósofo paulista (1910-2006), formulou a teoria tridimensional do direito, foi reitor da USP e supervisionou o Código Civil de 2002. Cadeira 14 da ABL.
Historiadora e escritora carioca, doutora pela USP, autora de mais de 50 livros sobre o Brasil cotidiano, as mulheres e a vida privada. Cadeira 39 da Academia Paulista de Letras.
Martins Pena (1815-1848) foi dramaturgo e diplomata carioca, introdutor da comédia de costumes no Brasil e patrono da cadeira 29 da Academia Brasileira de Letras.
Poeta recifense do modernismo brasileiro, autor de Libertinagem e de Vou-me embora pra Pasárgada. Foi professor e imortal da Academia Brasileira de Letras.
Lygia Bojunga, nascida em Pelotas em 1932, é a autora de A Bolsa Amarela e a primeira brasileira a ganhar o Hans Christian Andersen e o Astrid Lindgren.
Escritor de Cataguases, autor de Eles eram muitos cavalos e da pentalogia Inferno provisório. Ex-operário e jornalista, escreve sobre a classe trabalhadora brasileira.